
Aí eu ouvi que os postes da Avenida Magalhães Neto poderiam cair no barranco. Isso de uma pessoa a quem considero um bocado. Então, no domingo, sai pra correr. E constatei que era verdade.
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Assim começou a reportagem. Um simples comentário.
As vezes, o jornalista subestima a pessoa que encontra na rua, ou aquela que o sugere uma pauta. Claro, nem tudo é tão notícia assim - nos padrões que a chefia quer.
Mas escutar é a função mais importante ao jornalista. Por exemplo, nesse caso, ouvi da pessoa que havia rachaduras no chão. E no piso. Provocadas pelas chuvas que atingem a cidade há um bom tempo já.
Pra piorar, tem pelo menos dois postes a menos de um metro do barranco, por onde passa um rio poluído no local. Admito que sempre conheci o córrego como Camurujipe. Mais popularmente chamado de "rio das tripas".
Você deve imaginar o porquê...
Se um dos dois cair, vai arrastar as fiações de outros postes próximos. Pode comprometer o abastecimento de energia no Costa Azul e na avenida. Já que ali perto existe uma subestação da Coelba.
E tudo isso me foi contado pela pessoa. A quem ainda encontrei na área, e me mostrou outros detalhes.
Ouvir é importante em qualquer faceta da vida. Dale Carnegie, autor de "Como fazer amigos e influenciar pessoas", fala isso. As pessoas gostam de ser ouvidas. Adoram ouvir o som da própria voz.
Esse livro, aliás, é um dos meus de cabeceira. Genial para marketing pessoal e fazer amizades. recomendo.
Ao jornalista, ouvir não é só importante. Como também, parte do processo de obtenção de uma notícia. Ou até um furo jornalístico, por que não?
Eis um treino que pratico. Nem sempre consigo, por ser meio rebelde. Mas vou melhorar. O tempo ensina. Ouvir também.
Até a próxima.
Tá atacando de vídeo repórter agora, Boca? Parabéns! Go ahead, mate! Torço por você! Abração e sucesso!
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